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Quem Fala de Nós Come Môsca

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Famoso em Oswaldo Cruz e Madureira na década de 20, o bloco “Quem Fala de Nós Come Môsca” teria sido fundado por Dona Esther e o marido Euzébio Rosa, em 1921, como afirma a historiografia atual. A dupla era porta-estandarte e mestre-sala do cordão “Estrela Solitária”. Ambos deixaram o cordão para fundar o bloco. Nessa época, os futuros fundadores da Portela, Antonio Caetano, Antonio Rufino dos Reis e Paulo Bejnamin de Oliveira, resolveram criar um bloco para rivalizar com o “Quem Fala de Nós Come Môsca”. Assim nasceu o bloco “Baianinhas de Oswaldo Cruz”. No entanto, um desentendimento afastou Paulo, Caetano e Rufino do “Baianinhas”. Assim, os três fundaram o “Conjunto Carnavalesco Oswaldo Cruz”. Esse agrupamento usava a licença do “Quem Fala de Nós Come Môsca” para desfilar. Dessa forma, o "Baianinhas de Oswaldo Cruz" e o "Conjunto Carnavalesco Oswaldo Cruz" foram influenciados pelo “Quem Fala de Nós Come Môsca”. Ao buscar mais informações sobre o “Quem Fala de Nós ...

O Bahianinhas de Madureira

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A Rua , 21/1/1921 A procura de informações sobre a agremiação que deu origem ao GRES Portela, o Bloco Baianinhas de Oswaldo Cruz, encontrei notas e anúncios publicados na década de 20, citando vários blocos chamados de "bahianinhas". A palavra era escrita assim mesmo, com um "h" depois do primeiro "a". A procura se estendeu também à lista divulgada pela polícia, com o nome das agremiações que possuíam autorização para desfilar pelas ruas durante o carnaval. Lamentavelmente não achei nenhuma informação com o nome Bahianinhas de Oswaldo Cruz. A agremiação que carregava nome mais próximo a que procurava era a "Sociedade Dansante Carnavalesca Bahianinhas do Bonfim", fundada no Bairro de Madureira, na Rua Tatuhy 26. Seu presidente se chamava Chico Esteves. A informação foi publicada pelo jornal A Rua , em 21 de janeiro de 1921. Acima, a cópia da nota. Por Marcello Sudoh Publicado originalmente em 11/11/2016, no site https://www.portelacultural.com.br/...

Em breve a Terceira Edição da FliPortela

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Como já é tradição, a FLiPortela é um encontro de cultural para falar de livros, fundamento, preservação da memória e arte. Num contexto desses e dentro de uma escola de samba, a presença da música também se faz fundamental. Na programação dessa edição do centenário, vai ser pontuada por raiz, nostalgia e a certeza de que a cultura do samba está sendo passada para as próximas gerações. No dia da abertura, dedicado às crianças, é hora de falar de futuro. Vão se apresentar a bateria da Escola Municipal Escultor Leão Veloso, a Banda do Núcleo de Artes Grande Otelo e o Jongo do Colégio Estadual Professora Luíza Marinho. Como criança também fala de coisa séria, teremos uma Roda de Conversa exatamente sobre o futuro do samba com Ana Carolina Antunes e Arthur Santos, passistas da Filhos da Águia, e a intérprete do Império do Futuro, Ana Beatriz Oliveira da Cruz. Esse papo vai acabar com uma apresentação da Filhos da Água, pra mostrar os frutos que a raiz do samba está produzindo. Depois da ab...

Vem aí a Terceira Edição da FliPortela

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Como não poderia deixar de ser, a terceira edição presencial da Festa Literária da Portela, a FLiPortela, terá como tema principal os 100 anos de fundação da Majestade do Samba. O evento vai ser realizado de 28 a 30 de abril na quadra da Portela com o mesmo espírito que vem marcando essa festa desde sua inauguração em 2019: muita cultura, debate, música, poesia, encontros e afetos em volta desse patrimônio imaterial da cultura brasileira que é o GRES Portela. Editoras e escritores promovendo seus livros, debates sobre o carnaval, visitas de escolas públicas com direito a contação de histórias na sexta-feira e muita celebração no sábado e domingo na quadra da escola na rua Clara Nunes. Alguns dos momentos de destaque prometem ser o painel sobre a contribuição do audiovisual para preservação da memória do samba, com mediação do jornalista e jurado do Estandarte de Ouro, Leonardo Bruno, que ocorre sábado a partir de 14h. Logo em seguida, teremos um Molhando a Palavra especial sobre enredo...

Raízes musicais da Portela em acetato

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Aqui está uma seleção desses registros, joias raras incrustadas em acetato, que propagam pelo tempo o eco das melodias cantadas no terreiro azul e branco, nesta exposição inaugurada em 17 de outubro de 2015 e que foi reapresentada no Shopping Madureira, no início de 2017. São essas as nossas raízes, o patrimônio musical onde a grandeza da Portela está alicerçada. Publicado originalmente em 20/10/2015, no site https://www.portelacultural.com.br/2015/10/20/raizes-do-terreiro-azul-e-branco/ .

Exposição sobre os 450 anos do Rio e sobre Tia Dodô

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Exposição que registra os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro, primeira jovem senhora, os 80 anos do primeiro título da Portela, outra senhora, e a participação de seus sambas, personagens e desfiles vinculados à data. Em especial Tia Dodô, grande senhora e dama da escola, personagem singular de toda essa história. Publicado originalmente em 2/6/2015, no site https://www.portelacultural.com.br/2015/06/02/jovens-senhoras-oito-decadas-de-amor/ .

Exposição Memórias do Valongo

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Então diretor cultural da escola, Luis Carlos Magalhães, discursa durante inauguração da exposição Memórias do Valongo, no Centro de Memórias do Departamento Cultural da Portela. Publicando anteriormente em 2/2/2014, no site  https://www.portelacultural.com.br/2014/02/02/memorias-do-valongo-capoeira-identidade-e-diversidade/